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Percentual de professores com nível superior na Educação Infantil da Prefeitura de Vinhedo supera as médias regional, estadual e nacional

Cidade é destaque em diversos levantamentos sobre Educação, inclusive no IOEB (Índice de Oportunidades da Educação Brasileira), que entre outros fatores, leva em consideração a formação docente






Alunos Vinhedo

Dados do Ministério da Educação, órgão do Governo Federal, mostram que a Educação Infantil da Prefeitura de Vinhedo, reconhecida por sua qualidade, possui um quadro de professores acima das médias regional, estadual e nacional também quando o assunto é a formação em curso superior. O índice é superior, inclusive, ao de cidades com o mesmo perfil populacional.

“Nos últimos anos investimos muito em Educação em Vinhedo. Mas sabemos que a qualidade do corpo docente é fundamental para a formação dos estudantes, e isso tem se refletido em diversos índices. Temos professores capacitados e comprometidos e esse é um dos principais motivos de sermos referência em qualidade da Educação”, comentou o prefeito Jaime Cruz, que por 5 anos foi secretário de Educação de Vinhedo.

Segundo o Ministério da Educação, 93,3% dos docentes da Educação Infantil da Prefeitura de Vinhedo possuem curso superior, um dos maiores percentuais do país. A média do Estado é 84,1%, enquanto que no Brasil, o índice cai para 66,51%. A média da região é de 83,75%. Quando analisados municípios com perfil de população semelhantes a Vinhedo, o percentual é de 84,92%.

“Números que comprovam a qualidade dos nossos docentes. E, além disso, vale ressaltar também o importante papel dos nossos auxiliares de Educação Infantil que, ao lado dos profissionais dos nosso Centros de Educação, elevam a qualidade do nosso ensino em Vinhedo. Educação se faz com planejamento pedagógico, competência profissional e, acima de tudo, dedicação e suporte à Educação Familiar, que é essencial para a formação do cidadão e, no futuro, do profissional”, completou o prefeito Jaime Cruz.

 

Destaque

Diversos estudos relacionados à Educação destacam Vinhedo. Em uma pesquisa realizada em âmbito nacional, divulgada em janeiro, o município ficou entre os melhores do país no IOEB 2017 (Índice de Oportunidades da Educação Brasileira), que analisou dados relativos ao ano de 2015. O município ficou bem acima da média nacional no levantamento.

O estudo é realizado pelo CLP (Centro de Liderança Pública), com o apoio do Instituto Península, Fundação Roberto Marinho e Fundação Lemann. Vinhedo obteve o índice de 5,5, superando a nota nacional de 4,7 e se destacando como a segunda melhor cidade da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

A cidade conquistou um índice acima da média do Brasil, ocupando a 32ª posição no ranking nacional. Na última pesquisa, divulgada em 2015 e com dados de 2013, o município ocupava a 55ª posição no ranking nacional e terceira da RMC, com índice 5,3.

O IOEB leva em consideração o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), índice utilizado pelo Ministério da Educação, mas também avalia itens como formação docente, experiência dos diretores e vagas na Educação. O estudo engloba toda a educação básica – da educação infantil ao ensino médio, de todas as redes existentes no local -, bem como todos os moradores locais em idade escolar, e não apenas os que estão efetivamente na escola.

Vinhedo vem se destacando constantemente quando o assunto é Educação. A Prefeitura investe bem acima do índice de 25% do orçamento no setor, definido pela Constituição Federal.

No ano passado, a cidade foi a melhor da RMC no Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), divulgado pela Assembleia Legislativa e elaborado pela Fundação Social. Um dos fatores que integram esse estudo é a escolaridade.

Além disso, por dois anos seguidos, Vinhedo integrou um grupo seleto de cidades que obteve nota máxima no Índice Paulista da Primeira Infância (IPPI), estudo que avalia matrícula em creche em relação à população de 0 a 3 anos; matrículas em pré-escola em relação à população de 4 e 5 anos; número médio de profissionais por turma, em creches das redes pública e conveniada; e número médio de docentes com ensino superior, para cada 26 crianças, em creches nas redes pública e conveniada.