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JUL
29
29 JUL 2022
SAÚDE
Profissionais da Saúde de Vinhedo participam de treinamento sobre varíola dos macacos
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Curso prepara os servidores para o melhor enfrentamento da doença no caso de novos eventuais registros na cidade
A diretora de Urgência e Emergência da Rede Municipal de Vinhedo, a enfermeira Roberta Trajano, e a enfermeira da Vigilância Epidemiológica Maria Reis participaram, nesta sexta-feira (29), de treinamento realizado pelo médico infectologista André Bueno, na Santa Casa de Vinhedo, sobre a doença varíola dos macacos, ou monkeypox. A Secretaria Municipal de Saúde está preparando os profissionais do município para melhor enfrentamento de eventuais casos da doença.
 
No curso, foram tratados temas como índices dos casos, público, faixa etária, gêneros que estão sendo mais afetados, acolhimento ao paciente, notificação, agilidade de diagnóstico e armazenamento do teste.
 
Nesta sexta-feira, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro registro de morte por varíola dos macacos no Brasil, um morador de Belo Horizonte, em Minas Gerais, de 41 anos. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem 1.066 casos da doença, a maioria em São Paulo e no Rio de Janeiro, inclusive um caso de morador de Vinhedo, que contraiu monkeypox em viagem à Europa, foi o segundo registrado no País e o único da cidade até esta sexta-feira.

Segundo a Secretaria de Saúde de Vinhedo, as duas enfermeiras que receberam o treinamento vão replicar as informações para os demais profissionais de urgência e emergência da Rede Municipal já a partir de segunda-feira, em reuniões nas unidades de pronto-atendimento. Na próxima sexta-feira, dia 5, o infectologista André Bueno vai promover outro treinamento na cidade, no Centro de Educação Profissional de Vinhedo (Ceprovi), na Avenida Independência, 5.407, para todos os profissionais da Rede Municipal.
 
Orientação
 
A Secretaria de Saúde de Vinhedo já havia realizado orientação técnica, através da Vigilância Epidemiológica e da coordenação dos médicos, aos profissionais da Saúde da Rede Municipal sobre diagnóstico e protocolo de atendimento no caso de eventuais novos pacientes. Essa orientação aconteceu logo após a confirmação do caso na cidade, em junho. A Secretaria também divulga a seus profissionais todas as informações e notas técnicas produzidas pela Vigilância Estadual de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e Ministério da Saúde para orientar os procedimentos.
 
Segundo o secretário de Saúde, Milton Ribolli, palestras e cursos de atualização dos profissionais municipais serão realizados sempre que necessário. “Estamos todos em alerta para o surto da doença no País e mobilizados para oferecer o melhor atendimento aos moradores, baseados nos documentos técnicos e protocolos da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde”, afirmou.
 
Sintomas e prevenção
 
O principal sintoma da varíola dos macacos é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas pelo corpo. Podem surgir febre, dor de cabeça, caroço no pescoço, axila e virilha, calafrios, cansaço e dor muscular. Para prevenir é recomendado evitar o contato íntimo com infectados ou pessoas que possuem lesões na pele, higienizar as mãos com frequência e evitar o compartilhamento de roupas, toalhas, copos, talheres e objetos pessoais.
 
Segundo o Ministério da Saúde, com a erradicação da varíola, a vacinação foi suspensa em todo o mundo por volta de 1980. No Brasil, campanhas mais robustas ocorreram até 1975, mas até 1979 o imunizante era aplicado nos postos de saúde. Os indícios apontam que quem nasceu antes dessa data e foi vacinado está protegido contra a monkeypox. A média de idade dos contaminados está abaixo dos 38 anos. O Ministério da Saúde informou que não há previsão de vacinação no Brasil, mas que está em contato com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para adquirir o imunizante.
 
Autor: Sophia Castro
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