Campanha destaca o enfrentamento à violência contra a pessoa idosa e a importância da atuação da rede de proteção
Durante o mês de junho, o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (CMDPI), com apoio da Prefeitura de Vinhedo e da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, realiza a campanha Junho Violeta, mobilização dedicada à conscientização sobre os direitos da pessoa idosa e ao enfrentamento de todas as formas de violência, negligência, abandono e discriminação.
A campanha busca sensibilizar a população sobre a importância do respeito, da valorização e da proteção da pessoa idosa, destacando que o envelhecimento deve ocorrer com dignidade, autonomia e garantia de direitos.
Como parte da programação, o CMDPI, em parceria com a OAB Comissão do Idoso da 166ª Subseção de Vinhedo/Louveira, promove, no dia 18 de junho, uma reunião ampliada com profissionais do setor público e representantes da sociedade civil. O encontro contará com palestras sobre temas relacionados à proteção da pessoa idosa, incluindo curatela, etarismo e formas de violência que atingem essa população.
Entre os palestrantes convidados estão a Dra. Natália Carolina Verdi, que abordará o tema “Curatela – Interdições Nunca Mais”, e os especialistas Dra. Beatriz Gallo Vilaça, Dra. Luciana Helena Dessimoni Cesário, Dr. Valter Martinho Zuccaro e Dr. Cristian Rodrigo Ricaldi Lopes Rodrigues Alves, que participarão do painel sobre etarismo, exploração e afeto. As inscrições serão pelo email cmi.asocial@vinhedo.sp.gov.br e poderão ser feitas até o dia 11 de junho.
A campanha faz referência ao dia 15 de Junho, nomeado como Dia Mundial de Combate à Violência Contra Pessoa Idosa, e ressalta a importância da denúncia de situações de violência contra a pessoa idosa. Casos de maus-tratos, abandono, violência psicológica, física, financeira ou patrimonial podem ser comunicados de forma anônima pelo Disque 100, ou pelo Whatsapp (61) 9611-0100.
Além de uma ação de conscientização, a Campanha Junho Violeta convida toda a sociedade a refletir sobre seu papel na construção de uma rede de cuidado e proteção, reconhecendo a pessoa idosa como sujeito de direitos e protagonista de sua própria história.